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E OS 500 MIL INFECTADOS POR COVID-19? PROFESSORES DA UNIR ERRARAM FEIO COM PROJEÇÃO SEM NENHUM ESTUDO CIENTÍFICO COMPROVADO.

E OS 500 MIL INFECTADOS POR COVID-19? PROFESSORES DA UNIR ERRARAM FEIO COM PROJEÇÃO SEM NENHUM ESTUDO CIENTÍFICO COMPROVADO.


Ana Escobar e Vinicius Ortigosa afirmaram que até maio 500 mil infectados em Rondônia com a Covid-19 ou num cenário menos catastrófico em torno de 135 mil. O tal estudo científico só serviu para disseminar o caos e o pânico em Rondônia e não se concretizou.

Segundo dois professores da Universidade Federal de Rondônia do curso de Medicina, Ana Lúcia Escobar e Vinicius Ortigosa, Rondônia teria 500 mil casos de coronavírus até o último dia de maio de 2020. Num evento realizado pelo Conselho Regional de Medicina de Rondônia em 27 de março, a professora e médica Ana Lúcia Escobar foi categórica em dizer que o cenário seria muito pessimista e que iríamos atingir se não fosse em maio, porém até junho o número gritante de meio milhão de pessoal com a Covid-19.

A imprensa imediatamente divulgou o tal Estudo Científico realizado pela professora Ana Escobar com a anuência de Vinicius Ortigosa que não tem embasamento referencial de nenhum Centro de Referência Nacional ou Internacional como a Fiocruz ou a OMS para que os dois professores que também são médicos terem concluído esse número surreal.

Ana Lúcia Escobar ao perceber que podetia estar exagerando nos números deu uma diminuída, após as falas exageradas e disse que o número de contaminados poderia chegar a 134.582 casos de contaminados em maio de 2020.

Até o presente momento não há a publicação oficial do presente estudo no Ministério da Saúde ou algum Centro de Referência em Estudos relacionados à pandemia da Covid-19 realizado por ambos os professores e médicos. Lembrando que para se divulgar qualquer informação científica acerca da pandemia de coronavírus é evidente que haja respaldo técnico e científico de órgãos oficiais de relevância nacional e internacional para tal como se exige o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde.

O tal estudo realizado pelos dois professores da UNIR só causou pânico e apreensão quando foi divulgado há 50 dias. A irresponsabilidade na informação em tempos da Covid-19 deveria ser tratada também como crime.