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ESQUERDA LIDERADA POR PT SE UNE PARA BARRAR AUMENTO DE PENA EM CRIMES DE DESVIO DE DINHEIRO PÚBLICO.

ESQUERDA LIDERADA POR PT SE UNE PARA BARRAR AUMENTO DE PENA EM CRIMES DE DESVIO DE DINHEIRO PÚBLICO.


Surreal, esse é o sentimento que muitos estão tendo ao conhecer da estratégia criminosa do PT, PcdoB e PSOL de tentar barrar o aumento da pena para crimes de desvio de dinheiro público na Calamidade ocasionada pela Covid-19. Parte dos deputados do DEM, MDB, PTB acompanharam os parlamentares esquerdistas na Câmara na noite da terça-feira, 01 de setembro. Esse importante projeto foi aprovado na Câmara, mesmo com a intenção criminosa do PT que liderou a operação para barrar a aprovação.

Gleise Hoffmann é deputada federal pelo PT e uma das que mobilizou a esquerda para a não aprovação do Projeto de Lei que duplica a pena de prisão para crimes cometidos por agentes públicos durante a pandemia da Covid-19.

O projeto que duplica penas de crimes de desvio de recursos destinados para o combate ao coronavírus foi aprovado nesta terça-feira, graças a Deus. Durante a tarde, lideres do PT tentavan convencer outros partidos a não votarem pela a aprovação do projeto. A esquerda radical somada por PT na cabeça e seguida por PSOL e PcdoB atual partido Comunista 65 juntaram-se e votaram em bloco para que o importante projeto que pune com mais rigor, agentes públicos (políticos e detentores de cargos) que estejam envolvidos em crime de desvio de dinheiro público durante a calamidade da Covid-19 tentam a pena duplicada em regime fechado (prisão).

Alguns deputados do DEM, MDB e PTB acompanharam os partidos de esquerda que lideraram a luta pela não aprovação do projeto. Embora eles tentaram, não conseguiram.

A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Senado e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro para ter validade e não afetará a pena de crimes já cometidos durante esta pandemia porque a legislação penal não retroage para prejudicar o réu. Mas valerá para todas as situações de calamidade pública da União, Estados e municípios, caso aprovada. Para a atual pandemia, que acaba em 31 de dezembro deste ano, o efeito deve ser pequeno.