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CELSO DE MELLO CAUSA ESTRAGOS EM SEUS ÚLTIMOS MOMENTOS NO STF, O "JUIZ DE MERDA".

CELSO DE MELLO CAUSA ESTRAGOS EM SEUS ÚLTIMOS MOMENTOS NO STF, O "JUIZ DE MERDA".


Celso de Mello, chamado de juiz de merda por seu mentor e quem lhe indicou para uma cadeira no STF há 31 anos, o jurista Saulo Ramos protagoniza uma das cenas mais vexatórias da história do STF, fazendo com que os seus colegas entrassem em ação e o recurso do Presidente Bolsonaro fosse levado à Plenário sem sua aprovação. Celso de Mello é desafeto declarado de Bolsonaro e sai pelas portas dos fundos, deixando evidente o pior que pode existir num ser humano, as rusgas e feridas. Adios, Celso!

O ministro mais velho do STF, Celso de Mello tem 40 dias pela frente até sua aposentadoria forçada, ou seja, obrigatória conforme determina a Constituição Federal emendada pela idiota PEC da Bengala que estendeu dos 70 para 75 anos o desligamento das funções de um ministro do STF.

Tudo começou há 31 anos. O ministro Celso de Mello foi nomeado para a Corte por José Sarney. A indicação foi feita pelo então Consultor-Geral da República, Saulo Ramos, de quem Celso era secretário. Anos mais tarde, no livro “Código da Vida”, o mesmo Saulo Ramos, morto em 2013, chamou o ex-subalterno de “juiz de merda”.

Saulo Ramos foi o idealizador de Celso de Mello no STF, caso contrário nunca tinha passado de um juiz esquecido num desses Tribunais da vida.

Livro Código da Vida onde há um capítulo dedicado ao ministro Celso de Mello chamado de juiz de merda pelo autor.

Quando o livro saiu, o decano negou o telefonema para Ramos e disse que votou contra Sarney por convicção. Na mesma obra, o autor escreveu que Celso tinha a tendência de “favorecer poderosos”. Certos episódios da vida do decano mostram o contrário. Resumindo, Celso de Mello serviu aos interesses do Governo Sarney e de quem Sarney lhe pedia ajuda, simples assim.

O juiz de merda protagonizou um dos episódios mais emblemáticos do STF desde então. Quis forçar um Presidente da República a depor presencialmente num inquérito onde ele é acusado por um ex-ministro. Celso de Mello fez com que os próprios ministros do STF pedissem que o recurso da AGU, que defende o Presidente da República, fosse distribuído para um outro ministro, afim de que as rusgas não pioraram. O vice-decano, Marco Aurélio agoi conforme determina o Regimento Interno da Corte e levará para o Plenário decidir se o Presidente Bolsonaro pode depor por escrito.

Em qualquer democracia no Mundo nenhum Presidente da República, o Chefe Máximo da Nação é obrigado a se deslocar a uma Delegacia para depor sobre um inquérito que ainda está em fase preliminar. O juiz de merda quis alegar que há precedentes jurídicos, só se for no país imaginado por ele, óbvio.

Ele determinou a intimação do Presidente Bolsonaro mesmo em licença médica, afrontando o Regimento Intetno do STF que, ele vomita conhecer em suas longas horas de aulas durante os julgamentos no plenário da Corte, mas desconhece quando é para atingir a um desafeto seu, no caso concreto o Presidente Bolsonaro onde ele já declarou indiretamente não ter nenhuma aptidão ou gosto.

Com a decisão de Marco Aurélio, após a pressão dos ministros sobre o presidente do STF, o plenário é quem vai decidir o caso concreto.

Celso de Mello durante sua passagem pela presidência do STF em 1997 no então governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Um Presidente da República não é qualquer cidadão, se assim fosse a Constituição Federal não lhe traria vários artigos com prerrogativas que só ele tem. Ele é o único cidadão a ter votos em todos os municípios e Estados do Brasil. Ele é o Chefe Supremo das Forçada Armadas e tem o poder de vetar Leis. É ele quem inclusive decidirá o substituto do juiz de merda no STF a partir de 03 de novembro de 2020.

Celso de Mello que ficou super mal na fita com sua perseguição nítida ao Presidente Bolsonaro disse que ficará até o último dia de seu mandato para poder participar, em plenário, do julgamento do recurso do Presidente Bolsonaro de depor por escrito no Inquérito que tramita na Polícia Federal de Brasília, após denúncia do seu ex-ministro Sérgio Moro.