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MARINA SILVA SE LEVANTOU DO TÚMULO E MINA BOLSONARO. AS ELEIÇÕES CHEGARAM, MARINA ACORDOU!

MARINA SILVA SE LEVANTOU DO TÚMULO E MINA BOLSONARO. AS ELEIÇÕES CHEGARAM, MARINA ACORDOU!


A ex-petista e sempre petista travestida no partido Rede, que foi ministra do Meio Ambiente do Governo Lula em 2003 e conhecida lá pelas bandas do Ministério pela sua incomensurável incompetência, resolveu levantar do seu túmulo ou sarcófago (onde descansam as múmias) para atacar o Governo Bolsonaro em palestras e entrevistas. Marina quer uma esquerda forte para banir o bolsonarismo e a Direita nas eleições de 2022 e não está descartada uma aliança com o PT e PDT. Marina voltou com tudo!

 

Marina Silva e Lula durante sua posse como Ministra do Meio Ambiente em 2003.

Uma das fundadoras do PT nos anos 80 e presidente do partido de esquerda Rede Sustentabilidade, Marina Silva resolveu reaparecer depois de um tempo sumida dos bastidores da política. Sempre é assim. Marina só é vista próximo aos períodos eleitorais. Assim foi nas últimas eleições. Marina Silva esteve ministra do meio ambiente do Governo Lula em 2003 e pediu demissão por não aguentar a missão. Ela é a verdadeira ouro de tolo. Sua passagem pelo ministério em 2003 foi catastrófica a ponto de ninguém ter sentido saudade ou lembrar de sua passagem pelo Ministério durante cinco anos não houve nenhuma novidade ou conseguira ela colocar em prática alguma grande ação no Ministério.

Marina não poupou o presidente Bolsonaro durante palestra conferida na Universidade Federal de São Carlos na última semana. Segundo ela, nunca houve um presidente da República tão inerte e irresponsável para com os crimes ambientais, referindo-se às queimadas na Amazônia e Pantanal e o aumento do desmatamento, segundo.as falas da ministra.

 

Marina Silva e Randolfe Rodrigues do Partido Rede Sustentabilidade se tornaram os maiores críticos do presidente Bolsonaro.

Na gestão de Marina no Ministério do Meio Ambiente e do petista Lula na presidência houve recorde de desmatamento e incêndio na Amazônia conforme dados divulgados pelo INPE. O ex-ministro de Lula e uma das lideranças da esquerda Aldo Rebelo em entrevista ao Portal UOL disse que no Governo Lula o desmatamento foi bem maior que agora.

O recorde de incêndio foi registrado em 2005 com 89.315, o dobro do registrado neste ano

O desastre na Amazônia causado pelos incêndios registrados durante a presidência de Luis Inácio Lula da Silva não atraiu tanta atenção internacional como os que ocorreram nos últimos meses com Jair Bolsonaro na presidência do Brasil, mas continuam se destacando nas estatísticas nacionais.

Se forem analisados os focos de incêndios registrados na Amazônia brasileira entre janeiro e agosto (para comparar melhor com os oito meses em que Bolsonaro está na presidência do país), o registro das últimas duas décadas corresponde a cinco anos da presidência de Lula.

Em seu primeiro ano de mandato, em 2003, houve 63.229 incêndios até o final de agosto (com Jair Bolsonaro houve 45.283). Nesse mesmo período anual, houve 78.239 incêndios em 2004 e 89.315 em 2005; outros picos também foram registrados em 2007 (60.651) e no último ano da presidência de Lula, em 2010 (57.194), segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil.

Os cinco anos negros da era Lula para a biosfera Amazônica também constituíram um recorde em termos de área queimada, cada um superior a 100.000 quilômetros quadrados, com os picos de 2004 (157.007) e 2005 (160.858) ) Até o momento, entre janeiro e julho deste ano, 18.629 quilômetros quadrados foram queimados.