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PESQUISAS ELEITORAIS EM PORTO VELHO E RONDÔNIA. SÓ ACREDITA QUEM QUER! EM SUA MAIORIA ELAS ERRAM.

PESQUISAS ELEITORAIS EM PORTO VELHO E RONDÔNIA. SÓ ACREDITA QUEM QUER! EM SUA MAIORIA ELAS ERRAM.


Os institutos de pesquisa utilizam um tipo de metodologia que não condiz com a realidade do resultado nas urnas. Na última eleição para o em 2018, nas eleições municipais de 2016 e 2012 e na histórica eleição para o governo em 2010 (Rondônia) todas deram erradas! Em 2004 ocorreu a mesma situação com Mauro Nazif e Everton Leoni. Acredite se quiser em pesquisas eleitorais. Eleições em Porto Velho e em Rondônia o fator decisivo é a surpresa e agora o poder das Redes Sociais. Vamos aguardar!

As pesquisas eleitorais podem ser consideradas um instrumento para que candidatos, partidos e coligações possam se orientar durante as eleições, porém, a cada nova eleição, o susto com o resultado das pesquisas chega a ser cômico.

Na última eleição para o Governo de Rondônia, o governador Coronel Marcos Rocha sequer aparecia nas medições do Ibope e Data Folha. Foi para o segundo turno e derrotou o favorito nas pesquisas, que em alguns resultados, davam certa sua vitória no primeiro turno, o tucano Expedito Junior, que já tinha tentado outras duas vezes ser o governador de Rondônia (2010 e 2014).

Nas eleições municipais de 2016 ocorreu fato semelhante. O tucano Hildon Chaves era o lanterninha nas pesquisas eleitorais. O cenário para o segundo turno estava entre Léo Moraes e Mauro Nazif ou Léo Moraes e Pimentel, pois houve choque entre institutos de pesquisas em Porto Velho quando realizaram a medição entre os eleitores selecionados no processo metodológico. Deu o lanterninha Hildon Chaves prefeito de Porto Velho em 2016.

O caso mais apavorado em relação aos institutos de pesquisa foi a eleição para o Governo de Rondônia em 2010 que deu vitória no segundo turno para o quarto colocado nas pesquisas eleitorais de primeiro turno, Confúcio Moura, então prefeito de Ariquemes.

Nas eleições municipais de 2012 os institutos de pesquisa também erraram. Davam a Lindomar Garçon a garantia de ir para o segundo turno com Mariana Carvalho ou Mário Português (da Distribuidora Coimbra). Nazif avançou sobre Mário Português e Mariana Carvalho e acabou tirando Garçon de se tornar prefeito de Porto Velho.

Nas eleições para a prefeitura em 2004, Roberto Sobrinho, então o desconhecido candidato em tempos onde sequer as Redes Sociais eram pensadas como estratégia eleitoral como ocorre hoje, estava em último nas pesquisas e avançou, derrubando todas as projeções dos institutos de pesquisas que divulgavam nos jornais impressos os resultados. Era certa a vitória de Mauro Mazif no primeiro turno e para outros institutos de pesquisas Everton Leoni enfrentaria Mauro Nazif no segundo turno. Não deu! Roberto Sobrinho levou a prefeitura naquele ano no segundo turno e foi reeleito na eleição seguinte, o que já era esperado devido ao efeito Lula com as ações do PAC I em Porto Velho; as Usinas do Madeira, construção de moradias e outros empreendimentos eleitoreiros usado para eleger os prefeitos do PT e seus partidos satélites nas capitais. Estratégia lulista que deu certo em 2008.

 

Acredite se quiser em pesquisas eleitorais!