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BOLSONARO QUER REDUZIR O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS. 22 GOVERNADORES LAVAM AS MÃOS E NÃO QUEREM REDUZIR O ICMS NA BOMBA.

BOLSONARO QUER REDUZIR O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS. 22 GOVERNADORES LAVAM AS MÃOS E NÃO QUEREM REDUZIR O ICMS NA BOMBA.


"Eu zero o [imposto] federal se os governadores zeraram o ICMS. Está feito o desafio aqui agora. Eu zero o federal hoje, eles zeram o ICMS. Se topar, eu aceito. Tá ok?", disse Bolsonaro. Doria, governador de SP, irritou-se e apenas 5 governadores não concordaram com os 22 governadores que são contra a redução do ICMS no preço dos combustíveis e não querem fazer a sua parte empurrando o problema para o presidente Bolsonaro. Apenas Rondônia, Acre, Goiás, Distrito Federal e Amapá topam reduzir.

 

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Desde que a greve dos caminhoneiros acabou não ocorrendo pela falta de liderança e por infiltração política de partidos de esquerda, o Presidente Bolsonaro tem insistido na redução do preço dos combustíveis.

Para que isso ocorra, os governadores dos Estados precisarão fazer a sua parte, pois o imposto ICMS é o responsável direto pelo elevado preço dos combustíveis nas bombas. O ICMS é um imposto estadual.

Em documento divulgado pela assessoria de alguns governos estaduais, 22 Estados respondem aos tuítes postados pelo presidente Jair Bolsonaro sobre cobrança de ICMS nos combustíveis. Os governadores se dizem interessados em viabilizar a redução de preços dos combustíveis, mas declaram que o assunto precisa ser debatido em “fóruns apropriados”.

Essa tal viabilização que os 22 governadores dizem ter é tudo balela. Desde 2018, quando ocorreu a greve histórica dos caminhoneiros, os governadores também alegavam a mesma coisa. Não existe viabilidade. Os governadores não querem reduzir o ICMS e empurram para Bolsonaro a responsabilidade pela bomba chamada combustível, uma verdadeira bomba atômica.

Apenas cinco Estados da federação não compactuam com a tal viabilidade que desejam os 22 governadores. Acre, Amapá, Distrito Federal, Rondônia e Goiás. No caso de Goiás, o Governador Ronaldo Caiado é favorável à redução do ICMS. 

o presidente Bolsonaro declarou que apesar da três reduções consecutivas nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias, os preços dos combustíveis nos postos não diminuíram. Segundo ele, isso acontece porque os Estados cobram o ICMS calculado sobre os preços médios das bombas. Bolsonaro sugeriu nas mensagens a mudança da legislação para cobrar um ICMS fixo por litro.

 

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Na carta, os 22 governadores dizem que os Estados têm autonomia para definir alíquotas de ICMS e que os combustíveis respondem em média por 20% do total da arrecadação do imposto.

"Eu zero o [imposto] federal se eles zerarem o ICMS. Está feito o desafio aqui agora. Eu zero o federal hoje, eles zeram o ICMS. Se topar, eu aceito. Tá ok?", disse Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada nesta quarta-feira (5). 

Em alguns Estados, o preço da gasolina já ultrapssou 5 reais. Bolsonaro quer resolver. Governadores lavam as mãos!