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Sara Winter e sua mágoa com os bolsonaristas, após sair da toca: "Minha vida se resume em lágrimas".

Sara Winter e sua mágoa com os bolsonaristas, após sair da toca: "Minha vida se resume em lágrimas".


Sara disse em entrevista à Folha e UOL que resume sua vida, hoje, em mágoas e abandono por parte do Presidente Bolsonaro e do clérigo bolsonarista. Para a ex-ativista que chegou a ser presa por determinação de Alexandre de Moraes pelos atos do grupo 300 do Brasil, disse que os últimos atos pró-bolsonaristas do dia 7/9 foram um desastre total e que o Presidente não consegue colocar nas ruas os milhões de fiéis de 2018 e 2019. Sara finalizou afirmando que os bolsonaristas destruíram sua reputação.

Uma das figuras mais faladas entre julho de 2019 e início de 2020, a ativista Sara Winter, após meses de isolamento não por causa da Covid-19 e sim por causa daquilo que ela pregou e lutou, fez desabafos e críticas em entrevista ao Portal UOL/Folha nesta terça-feira, 14 de setembro.

Seu nome Sara Giromini. Segundo a ativista, há duas ditaduras em vigor no Brasil: “A do STF [Supremo Tribunal Federal]” e a “bolsonarista”. Sara Winter foi presa em junho de 2020 por ordem de Alexandre de Moraes no inquérito sobre os atos antidemocráticos.

“De um lado tem a ditadura do STF a liberdade de expressão e, do outro, a ditadura bolsonarista que destrói qualquer um que não venere o Jair”, diz a ativista. Winter também caracterizou os atos de 7 de Setembro, convocados por apoiadores do presidente, como um “desastre”.