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Ao lado de Doria, Cármen Lúcia alfineta Bolsonaro e o responsabiliza pela fome no Brasil.

Ao lado de Doria, Cármen Lúcia alfineta Bolsonaro e o responsabiliza pela fome no Brasil.


Para a ministra do STF que foi a convidada-mor do evento sobre liderança e políticas públicas para combate à fome no Brasil, o Governo Bolsonaro poderia ter feito muito mais para diminuir a miséria e a fome. Joao Doria aplaudiu a ministra com a alfinetada no Presidente. O evento ocorreu em SP por uma das empresas de Doria e discutiu a segurança alimentar. Apoiadores de Bolsonaro saíram em sua defesa: Foi o Presidente que mais ajudou o pobre por meio de auxílios emergencial.

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A ministra do STF, Cármen Lúcia participou na capital paulista de um evento organizado surdinamente por uma empresa que é simplesmente do governador de São Paulo: João Doria.
Além do anfitrião, o governador de SP, participaram o ex-ministro da Fazenda do governo Michel Temer, Henrique Meirelles e o prefeito de SP Ricardo Nunes. O Lide debate o fortalecimento da livre iniciativa do desenvolvimento econômico e social, assim como a defesa dos princípios éticos de governança corporativa no setor público e privado. Foi criado em 2003 pelo então marqueteiro João Doria.
O ponto auge do evento, a ministra disse: “Continuamos a ter um quadro absolutamente aterrador, e a pandemia mostrou isso, de fome. Para além da dimensão humana, filosófica, sociológica, a fome é inconstitucional, porque o princípio mais importante da Constituição é o princípio da dignidade humana".
As falas da ministra foram interpretadas pela imprensa como uma alfinetada no Presidente Jair Bolsonaro.
“Não posso imaginar que alguém se ache dignamente respeitado quando cata lixo [para comer]”, disse. A ministra disse que, seja qual for o governante, a Constituição obriga que as políticas públicas visem construir uma sociedade livre, justa e solidária, erradicar pobreza, a miséria e as desigualdades sociais e regionais.
A ministra disse que a pandemia gerou desemprego e consequentemente a fome. Estudo realizado pela ONG Rede Pessan confirmam que no Brasil, 20 milhões de brasileiros ficam até 24 horas sem se alimentar e Mais da metade (55%) da população brasileira sofria de algum tipo de insegurança alimentar em dezembro de 2020. Para a ministra, o Governo poderia fazer mais políticas públicas voltadas à segurança alimentar.
No final do evento a ministra disse que a democracia para milhões é também ter arroz e feijão no prato.

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Presidente Jair Bolsonaro durante o anúncio do auxílio emergencial em 2020.

“Não posso imaginar que alguém se ache dignamente respeitado quando cata lixo [para comer]”

O governador de São Paulo João Doria aplaudiu no momento que Carmen Lucia alfientou o Presidente. Para a ministra o aumento da cirse econômica que atinge os brasileitos mais pobres poderia ser menor se o governo tivesse planejado políticas públicas voltadas à segunraça alimentar. Nas redes sociais muitos discordaram do posicionamento da ministra, visto que o Governo do Presidente Bolsonaro foi o que mais amparou brasileiros na pandemia com aproximanante 68 milhões de brasileiros por meiod e auxílios emegenciais Foram em torno de meio trilhão de reais distribuídos por meio de auxílios e isenção fiscal.