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Em viagem pela Europa, Lula citará de "picanha a gasolina" para criticar Bolsonaro.

Em viagem pela Europa, Lula citará de "picanha a gasolina" para criticar Bolsonaro.


Em visita à Europa, o petista deve cumprir agendas com líderes de esquerda e do movimento Refundação Comunista. Lula discursará no mote de críticas ao Presidente Bolsonaro: Que o brasileiro comia picanha e que a gasolina estava entre as mais baratas do mundo, entre 2003 e 2010. Também vai citar que tem o dobro de Bolsonaro nas pesquisas e que o Presidente será massacrado por deixar a miséria e o desemprego aumentarem. Bolsonaro riu e comentou a viagem de Lula: "asqueroso e corrupto".

Partido da Refundação Comunista Internacional com sede na Itália estará ouvindo o petista no próximo sábado.

Em discurso para líderes da esquerda, extrema-esquerda e organizações políticas como a Refundação Comunista Internacional instalada na Europa, Lula pretende visitar os principais países do velho continente e mostrar para os europeus o quanto o seu Governo foi melhor que o do Presidente Jair Bolsonaro. Lula seguirá dois motes: o de que o brasileiro só passou a comer picanha quando foi Presidente e que em seu Governo os combustíveis (gasolina e diesel) estavam entre os mais baratos do Mundo.

Para Lula, a preocupação com a economia e o emprego afeta, em algum grau, 91% dos brasileiros e este fator será crucial para a derrota de Bolsonaro.


Lula aproveitou para elogiar as pesquisas Genial/Quaest e Vox Populi  que o colocam na liderança em todos os cenários, com o o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em segundo lugar. Sergio Moro, que se filiou hoje ao Podemos, desponta como nome forte entre as outras candidaturas, tecnicamente empatado com Ciro Gomes (PDT).

Na primeira pesquisa a da Genial, Lula teria 48% dos votos; Bolsonaro, 21%; Moro, 8%; Ciro Gomes, 6%; Doria, 2%; e Rodrigo Pacheco (Democratas), 1%. O número de brancos e nulos é de 10% e o de indecisos, 4%.

Na segunda pesquisa, Lula receberia 44% dos votos, mais do que a soma de todos os demais nomes incluídos, que somam 33%. Jair Bolsonaro terminaria com 21%; Ciro Gomes, com 4%; Sergio Moro, 3%; Datena, 3%; João Doria, 1%; e Mandetta, 1%. Rodrigo Pacheco ficaria com 0%.

Para Lula, a referida pesquisa será utilizada durante seus discursos na em Bélgica, Espanha, França e Alemanha e encerrará com membros ligados a partidos de esquerda e tradicionalmente do Comunismo histórico-cultural.