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Mãe e marido de Paulo Gustavo para Bolsonaro, após o veto: Que mico, hein? Que tristeza!

Mãe e marido de Paulo Gustavo para Bolsonaro, após o veto: Que mico, hein? Que tristeza!


O presidente Bolsonaro alegou que o Brasil tem outras prioridades essenciais e urgentes e vetou os 3 bilhões que seriam destinados à artistas desenvolverem projetos na Cultura. Em resposta ao veto do Presidente, a mãe de Paulo Gustavo disse: Que mico, hein? Você será vetado. Já o seu marido, Thales Bretas registrou a mensagem nas suas redes sociais: Que tristeza, lástima! O veto do Bolsonaro à Lei Paulo Gustavo da Cultura será analisado pelo Congresso quanto à derrubada ou não do veto.

Dea Lucia Amaral não concordou com suspensão do projeto de lei aprovado pelo Senado e mandou recado para presidente: 'Você será vetado'. Thales Bretas também criticou veto. Que tristeza ver nosso país tão desarticulado politicamente'.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, vetou nesta quarta-feira (6/4) a que Lei Paulo Gustavo. Trata-se do Projeto de Lei Complementar (PLP) 73/2021, aprovada no Congresso Nacional, que repassaria R$ 3,86 bilhões do Fundo Nacional de Cultura (FNC) para fomento de atividades e produtos culturais em razão dos efeitos econômicos e sociais da pandemia de Covid-19. O projeto foi batizado com o nome do ator, que morreu em maio do ano passado, vítima da doença.

O veto ao projeto foi publicado na edição desta quarta-feira (6/4) do Diário Oficial da União. Ao vetar o texto, Bolsonaro usou a justificativa de que a medida fere a Lei de Responsabilidade Fiscal, por criar uma despesa prevista no teto de gastos, mas, sem a compensação, na forma de redução de despesa, para garantir o cumprimento desse limite.

Bolsonaro também argumentou que o setor já foi contemplado com recursos pela Lei Aldir Blanc, que destinou R$ 3 bilhões para atender emergencialmente o segmento e amenizar os impactos da pandemia na atividade cultural.

O veto será analisado agora pelo Congresso Nacional, em data a ser marcada. Deputados e senadores podem mantê-lo, confirmando a decisão do presidente, ou derrubá-lo. Nesse caso, o projeto seria promulgado e viraria uma nova lei.