O desabafo de Bolsonaro na OMS faz Tedros Adhanom ficar em silêncio: "Sou o único aqui acusado de genocida".
"Sou o único aqui, chefe de Estado acusado de praticar genocídio contra a população do Brasil". Com essas atenuantes palavras, o Presidente Bolsonaro se dirigiu à cúpula da OMS e, em especial, ao diretor-geral Tedros Adhanom, durante a reunião sobre os impactos da pandemia nos países. O diretor da OMS ao receber o seu desabafo ficou em silêncio e, todos os presentes, olhavam entre si. Após as falas do Presidente do Brasil, Tedros disse que a OMS é a maior interessada em saber como o vírus surgiu
Neste domingo, 31 de outubro, o Presidente Jair Bolsonaro olhou diretamente para o diretor-geral da OMS Tedros Adhanom, e disse que é o único "chefe de Estado acusado de genocida".
E repetiu para todos os presentes:
"Sou o único chefe de Estado do mundo investigado e acusado de genocida. É a política".
A oposição queria que eu comprasse 200 milhões de doses antes da própria OMS bater o martelo sobre a comercialização das vacinas.
Num tom mais acalorado, o Presidente novamente olhou todos os presentes à reunião e com uma mira mais atenuante no diretor-geral da OMS, disse: "Eu tenho uma pergunta para você. Qual é a origem do vírus?", disse Bolsonaro. Tedros, então, responde: "Ainda estamos estudando".
"Agora há pouco, por ocasião do G20, eu tive um encontro com o senhor Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS. Veja o que ele fala sobre origem do vírus, a vacinação em crianças e adolescentes, passaporte sanitário e medidas restritivas como lockdown", diz Bolsonaro em vídeo compartilhado no Facebook. Durante a conversa, Bolsonaro falou que medidas restritivas desequilibraram a economia.
Após o encontro, Tedros disse no Twitter que, no encontro com Bolsonaro, foi discutido "o potencial do Brasil para produção local de vacinas e tratamentos, que poderiam também dar suporte às necessidades da América Latina".
A CPI da Covid-19 que está em fase final, revelou o senador Marcos Rogério do meu estado (Rondônia), que teve suas redes sociais aumentada em 5000% devido ao seu empenho em defender o Presidente na sarcástica CPI do circo. Observo com muita atenção que o senador vai se beneficiar com a referida CPI. Ano que vem teremos eleições gerais e com certeza, o senador M.,Rogério vai mirar o Governo. É lorota essa estória com "e" e não com "h" propositadamente, que o senador rondoniense deseja ser o próximo ministro do Presidente. Não creio. Marcos Rogério está popupando seu capital político para 2022.
Acredito na tese de não ser "nada bom" dois bolsonaristas concorrendo o mesmo palanques ano que vem em Rondônia. É o momento do Governo Cel. Marcos Rocha sentar com o senador M. Rogério e unirem-se em prol do próprio bolsonarismo em Rondônia: Os dois ganharão. Claro, um terá de recuar em 2022 para o outro em 2026. Assim se faz uma boa política a Maquiavel!
