Bebê de 7 meses é espancado pelo padrasto e põem a culpa em possivel queda de cama. Padrasto foi preso!
O personagem de hoje atende pelo nome de Ygor Felipe Pereira Almeida. O sujeito que aproveitou o momento em que a companheira saiu de casa para descarregar sua fúria contra uma bebê de apenas sete meses, no bairro Tarumã, em Manaus. Com um histórico exemplar na Justiça que inclui violência doméstica e cárcere privado contra outra mulher, o indivíduo esp4ncou a criança, deixando o rosto da menina deform4do e com hematomas por todo o corpo. Depois de demonstrar toda a sua valentia contra um ser indefeso, ele fez o que todo covarde profissional sabe fazer de melhor: sumiu do mapa e agora corre para não encarar as consequências do que fez.
A audácia desse lixo é tão refinada que, enquanto a criança agonizava, ele teve a capacidade de mandar mensagens para a mãe com desculpa de que a bebê tinha apenas "caído da cama". Uma queda milagrosa, com certeza, daquelas que conseguem atingir a testa e a nuca simultaneamente, além de estourar o nariz da menina em um sangr4mento. Só que a farsa ruiu assim que a criança chegou no hospital. Ao constatarem as marcas os médicos acionaram imediatamente a Polícia Militar e entregaram o laudo que por muito pouco não virou uma certidão de óbito.
Cristiane Oliveira infelizmente confiou a integridade de uma filha de colo a um sujeito que já ostentava uma ficha suja sem imaginar o perigo que colocava dentro de casa. Fica o alerta urgente sobre a importância de puxar o histórico de quem ganha livre acesso ao teto onde vivem nossos filhos.
Agora, o cenário está desenhado exatamente como esse tipo de tragédia anunciada costuma terminar: o agressor continua foragido, a mãe agora enfrenta a dor de ter perdido a guarda da filha na Justiça para o pai biológico. Enquanto o valentão segue solto, beneficiado pela lentidão de um sistema que já aliviou a barra dele antes, fica o aviso geral para que a sociedade dobre a vigilância com seus pequenos. O preço de confiar em parceiros desse calibre, infelizmente, é cobrado de forma cruel no sangue de quem não tem a menor chance de defesa.
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